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Elisabete abandona
definitivamente o campeonato Nacional de Todo-o-Terreno assim
como a marca Suzuki. A sua adesão ás provas africanas
exige-lhe motos a quatro tempos com uma grande autonomia.
Passa a conduzir a KTM Rallye nas provas Africanas e a KTM EXC
300 (2 tempos) nas bajas europeias.
Pela segunda
vez consecutiva não consegue terminar o rali Granada Dakar
pois o seu motor partiu na travessia de um erg de areia muito
branda, antes de chegar a Atar, na Mauritânia. Na Taça do
Mundo é 13º classificado e a primeira entre as senhoras.
Taça do Mundo
de Todo-o-Terreno
Rallye Optic Tunisie (Tunísia)
Master Rallye (Vários países da Ásia Ocidental)
Baja Telecel 1000 (Portugal)
Montes de Cuenca (Espanha)
UAE Desert Challenge (Dubai)
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